segunda-feira, 10 de junho de 2019

25/04/2019 - Blogquest: uma das possibilidades de utilização dos blogs no processo de aprendizagem/2019 -


*Referência:

https://ladepex.blogspot.com/

*Considerações:

Criar uma Blogquest como Registro Criativo do Componente Curricular, Educação e Cultura Digital, foi um desafio e uma superação. Encerrando assim uma etapa de aprendizagem e iniciando uma etapa de conhecimento desta ferramenta chamada tecnologia , tão bem usada na educação. Agradeço imensamente a Prof. Adriana Boeira pela dedicação e a atenção dispensada com tanto profissionalismo e uma dinâmica espetacular para o desenvolvimento de cada atividade proposta. Ao encerrarmos esse componente fica a gratidão por ter me superado e desenvolvido com carinho e muito esforço a  Blogquest.

18/04/2019 - "Mapa Conceitual"


*Referência:

https://cmapcloud.ihmc.us/users/register.html

*Considerações:
 
  MAPA CONCEITUAL




12/04/2019 - "Artigo Apresentação"

Artigo: Uma Abordagem Para Avaliação De Jogos Educativos: Ênfase No Ensino Fundamental

*Referências:

Anais do Simpósio Brasileiro de Informática na Educação – SBIE. Disponível em:< http://www.br-ie.org/pub/index.php/sbie/index>. Acesso em: 12 abr 2019.

*Considerações:
  
Após a leitura e o estudo do artigo referido, em dupla, foi criada a apresentação do tema em slides e apresentado em aula para a professora e a turma de Especialização em Docência na Educação Básica.
 O artigo trata da importância do lúdico na aprendizagem, destacando a criação de jogos pedagógicos para desenvolvimento de atividades referentes aos conteúdos ensinados. Esta dinâmica torna a aula atrativa e prende a atenção do aluno, uma vez que ele interage integralmente com a atividade. Lembrando que o desenvolvimento dos jogos devem serem avaliados com precisão quanto a veracidade do conteúdo e a interação pedagógica conforme a abordagem. 

11/04/2019 - "O LEITOR UBÍQUO E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A EDUCAÇÃO"


*Referência:



*Considerações:

O capítulo escrito por Lucia Santaella, traz uma explanação sobre os tipos de leitores na era da informática na educação. Considerando os três tipos de leitores classificados como: o leitor contemplativo, o leitor movente,  o leitor imersivo,  esses são os três tipos de leitores que a autora estabeleceu há dez anos, e esclarece a atenção para o fato de que o surgimento de um tipo de leitor não leva o anterior ao desaparecimento. Assim é fácil  perceber que, sem sombra de dúvida, os três tipos de leitores coexistem, complementam-se e se completam. No entanto, nestes últimos dez anos, as transformações pelas quais que tem passado a cultura digital e a constante aceleração dessas transformações são de assombrar. Tanto é que, no espaço curto  de tempo, surgiu ainda um quarto tipo de leitor que ela mesma batizou de leitor ubíquo, e esta denominação  já está  aparecendo na fala de outros pesquisadores da cultura digital. A compreensão do perfil cognitivo desse novo tipo de leitor, necessariamente deve-se  a recente evolução da internet que é culminante nas redes sociais. Segundo a autora: "Estas não seriam o que são sem os dispositivos móveis, seus mais fortes e fieis aliados." 

04/04/2019 - "Novas Práticas de Leitura e Escrita - Letramento e Cibercultura"

*Referência:
< http://www.cedes.unicamp.br>

*Considerações:

Considerando a leitura do artigo escrito por Magda Soares, vimos a importância do letramento ter atualmente a diversidade da escrita e da leitura, tanto na forma tradicional como pela forma digital e ambas oferecerem as ricas possibilidades de conhecimento e aprendizagem. Segundo a autora: "No contexto de uma diferenciação entre a cultura do papel e a cultura da tela, ou cibercultura, o artigo busca uma melhor compreensão do conceito de letramento, confrontando tecnologias tipográficas e tecnologias digitais de leitura e de escrita, a partir de diferenças relativas ao espaço da escrita e aos mecanismos de produção, reprodução e difusão da escrita; argumenta que cada uma dessas tecnologias tem determinados efeitos sociais, cognitivos e discursivos, resultando em modalidades diferentes de letramento, o que sugere que a palavra seja pluralizada: há letramentos, não letramento."
( Magda Soares, 2002). A autora traz uma reflexão relevante para este assunto no que se refere á educação. A escola precisa se adaptar a essa modernidade necessária para o desenvolvimento cultural de seus alunos, e os professores são os responsáveis para garantir a qualidade do letramento também digital, por ser essa possibilidade uma preparação para o enfrentamento de um mundo moderno e informatizado. O profissionalismo exige um conhecimento prévio digital em praticamente todas as áreas de formações, portanto, se o aluno sair da escola com este conhecimento e a prática do uso digital tanto para a leitura como para a escrita, por menor que seja,  ele poderá ingressar no trabalho com grande possibilidade de obter sucesso ao desenvolver esta prática.   
  A autora propõe:" -propõe-se o uso do plural letramentos para enfatizar a idéia de que diferentes tecnologias de escrita geram diferentes estados ou condições naqueles que fazem uso dessas tecnologias, em suas práticas de leitura e de escrita: diferentes espaços de escrita e diferentes mecanismos de produção, reprodução e difusão da escrita resultam em diferentes letramentos"(Magda Soares, 2002).
A leitura do artigo na íntegra encontra-se: Disponível em:< http://www.cedes.unicamp.br>.Acesso em 09 jun 2019.

28/03/2019 - "Nativos Digitais, Imigrantes Digitais"

*Referência:

ISBN: 9788524044816
Tipo de material: folheto
Título: Acesso à internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal : 2017
Editor: IBGE
Ano: 2018
*Considerações:

     Na era da tecnologia, e inserido no  mundo digital, todo o individuo se vê obrigado a acompanhar de alguma forma esse avanço presente no dia a dia. Os Nativos Digitais, ou seja, os nascidos sob essa cultura digital estão cada vez mais desenvolvendo suas habilidades e descobrindo as vantagens e os cuidados desta ferramenta para todas as atividades propostas, e os Imigrantes Digitais, ou seja, os que nasceram na época em que a tecnologia era restrita e se concentrava em poucos aparelhos sonoros e de imagens, e mais tarde os aparelhos telefônicos, que foram considerados uma novidade imensa. Telefone móvel então? Sucesso garantido para a população de todos os meios e todas as classes sociais. Todas as áreas de conhecimento se beneficiam com o uso tecnológico, mas este comentário se detêm à educação, onde o professor como transmissor do conhecimento e Imigrante Digital, precisa se atualizar constantemente e buscar conhecer e usar a tecnologia para garantir o aprendizado dos alunos, que na maioria das vezes são Nativos Digitais e encontra-se em nível avançado neste quesito. Considerando as vantagens do uso desta ferramenta, trabalhada com responsabilidade e consciência dos perigos e abusos que ela oferece, tende a ser a máquina do futuro para o desenvolvimento cultura e profissional, portanto, não se pode protelar o conhecimento e aprofundamento do uso da mesma na certeza de que ela está presente em todos os lugares, em casa, na escola, no trabalho, na rua, no lazer, no bate-papo informal e nas informações do cotidiano. 
Fica no final deste comentário o desejo, de um mundo melhor, e bom uso da tecnologia ao alcance de todos, sejam, Nativos ou Imigrantes Digitais.       

quarta-feira, 13 de março de 2019

07/03/2019_ Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos



*Referência:

BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento: revista e ampliada. 2 ed. Porto Alegre: Penso, 2015.

*Considerações:

  Segundo o autor do texto referido, existem três formas diferentes de representar especificamente o exercício da docência e as atividades da sala de aula.

   -PEDAGOGIA DIRETIVA E SEU PRESSUPOSTO EPISTEMOLÓGICO
  - PEDAGOGIA NÃO DIRETIVA E SEU PRESSUPOSTO EPISTEMOLÓGICO
  - PEDAGOGIA RELACIONAL E SEU PRESSUPOSTO EPISTEMOLÓGICO

   O primeiro modelo é fundamentado na epistemologia empirista, é o que encontramos ao entrarmos em uma sala de aula de escolas públicas de educação básica. Os alunos sentados em fila, o professor na frente exigindo silêncio para passar o conteúdo que depois será cobrado através de exercícios cobrados por ele para a avaliação de entendimento do que foi ensinado. E assim seguem sucessivamente as aulas em todas as disciplinas do currículo a ser seguido. O professor é o transmissor do conhecimento e o aluno o receptor que aprende o que ele ensinou. O professor considera que seu aluno é tabula rasa.
   " Sobre a tabula rasa, segundo a qual “não há nada no nosso intelecto que não tenha entrado lá através dos nossos sentidos”, diz Popper (1991): “Essa ideia não é simplesmente errada, mas grosseiramente errada...” (p. 160)."
     Para o autor, essa pedagogia legitimada pela epistemologia empirista, configura o quadro da reprodução da ideologia;   reprodução do autoritarismo, da coação, da heteronomia, da subserviência, do silêncio, da morte da crítica, da criatividade, da curiosidade, da inventividade – de tudo aquilo que configura a atividade reflexiva, filosófica ou científica; morte, inclusive, da pergunta (Schuck Medeiros, 2005). Porém atualmente está impossível trabalhar esta prática, porque os alunos estão um tanto mais curiosos e não aceitam em totalidade o velho método, onde o professor fala e ele escuta,  o Professor dita e o aluno copia, o Professor decide o que fazer e o aluno executa, o professor ensina e o aluno aprende.
      A regra é simples, e para firmar esta questão segundo, o próprio autor ao trazer a resposta de um professor universitário entrevistado com a seguinte pergunta:    Qual o papel do professor e qual o do aluno na sala de aula?: “O professor ensina e o aluno aprende; qual é a sua dúvida?” (Becker, 2011).         Porém pra hoje, o aluno está com mais ousadia para perguntas e questionamentos.
       O segundo modelo, é fundamentado na epistemologia apriorista, algo presente nas concepções pedagógicas, psicológicas e epistemológicas do que nas práticas da sala de aula. Com esta prática o professor se ausenta na sala de aula, seria apenas um facilitador e que auxiliaria o aluno, uma maneira de apenas organizar o saber do aluno, deixar fazer para que o aluno por si mesmo encontre o caminho,e o professor intervir o menos possível.  Como diz um professor (Becker, 2011): “Ninguém pode transmitir. É o aluno que aprende. O processo é mais centrado no aluno”.
       Segundo o texto, da mesma maneira que o modelo diretivo predomina na escola pública, o não diretivo predomina nas escolas da rede privada. Assim da pra ver que uma pedagogia desse tipo não é gratuita.
       O terceiro modelo é fundamentado na epistemologia crítica ou construtivismo, e Psicologia Genética de Piaget,  é onde o professor e os alunos trabalham juntos, e o professor acredita no potencial dos alunos para desenvolverem atividades e demonstrarem seus conhecimentos através de suas próprias ações.  Aqui o professor não acredita na tese de que a mente do aluno é tabula rasa.
       Nesta relação, professor e alunos avançam juntos no tempo. As relações de sala de aula passam de cristalizadas com dose de monotonia e tédio para fluidas . O professor ao exercer a docência no dia a dia passa a aprender sempre um pouco mais e os alunos no exercício de discentes passam no dia a dia a ensinarem um pouco mais tanto aos colegas quanto ao professor. É tratar de recriar o mundo que se quer, e não apenas de reproduzir ou repetir o mundo que foi construído pelos antepassados.
        É para que não se ande a reboque da história, mas para fazer história, segundo o autor ao encerrar o texto:" para então fazer-se sujeito, para ser sujeito."
     
      

quinta-feira, 7 de março de 2019

07/03/2019 - Word Cloud







            O conhecimento sempre se deu de várias formas, mas a aprendizagem do ensino na escola , só pode ser adquirido através do professor com habilitação em docência e apto para atuar na sala de aula.
             E o aluno é o agente de interesse que marca este acontecimento e perpassa para fora deste ambiente alargando para o mundo.

terça-feira, 5 de março de 2019

01/03/2019_Yearners e Schoolers

* Referência (s):
   
   PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Edição revisada. Porto Alegre: Artmed, 2008.

 * Considerações:

     O texto lido traz a consideração do autor quanto a possibilidade do uso  da máquina do conhecimento, que podemos considerar hoje sendo a internet. Essa máquina é uma ferramenta que possibilita infinitas possibilidades de estudo e pesquisa, tem capacidade para sanar as mais diversas  dúvidas do ser humano. Pode ser acessada desde o mais modesto computador até os  Smartfones usado no conforto lo lar, nas viagens, na sala de aula, no passeio no parque e outros.
      Hoje em dia a facilidade para  estudar  um curso total ou parcial a distância se dá através desta máquina do conhecimento, coisa que num passado não tão distante era um tanto mais complicado e não tinha a possibilidade de interação em tempo real, o que atualmente é normal e muito produtivo para o aluno.
        Papert talvez não imaginou a máquina do conhecimento de uma grandeza tão poderosa como esta que está em nossas mãos, e que devemos tirar dela todo o proveito para um conhecimento realmente poderoso.  
         Na Escola de Educação Básica esta máquina do conhecimento ainda é usada com restrições, ou por falta de conhecimento prévio, ou por impedimentos técnicos e econômicos. Outro impedimento que pode ser considerado importante é a responsabilidade de estudantes, que podem ainda não terem a maturidade para pesquisas sérias e responsáveis.
          Mas o futuro aposta nesta máquina como ferramenta fundamental para o ser humano e suas atividades.       



Disponível em: 
<https://demaeparamae.pt/artigos/como-gerir-internet-educacao-filhos>. 
Acesso em 05 de Mar 2019.