terça-feira, 16 de abril de 2019
quinta-feira, 11 de abril de 2019
quarta-feira, 13 de março de 2019
07/03/2019_ Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos
*Referência:
BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento: revista e ampliada. 2 ed. Porto Alegre: Penso, 2015.
*Considerações:
Segundo o autor do texto referido, existem três formas diferentes de representar especificamente o exercício da docência e as atividades da sala de aula.
-PEDAGOGIA DIRETIVA E SEU PRESSUPOSTO EPISTEMOLÓGICO
- PEDAGOGIA NÃO DIRETIVA E SEU PRESSUPOSTO EPISTEMOLÓGICO
- PEDAGOGIA RELACIONAL E SEU PRESSUPOSTO EPISTEMOLÓGICO
O primeiro modelo é fundamentado na epistemologia empirista, é o que encontramos ao entrarmos em uma sala de aula de escolas públicas de educação básica. Os alunos sentados em fila, o professor na frente exigindo silêncio para passar o conteúdo que depois será cobrado através de exercícios cobrados por ele para a avaliação de entendimento do que foi ensinado. E assim seguem sucessivamente as aulas em todas as disciplinas do currículo a ser seguido. O professor é o transmissor do conhecimento e o aluno o receptor que aprende o que ele ensinou. O professor considera que seu aluno é tabula rasa.
" Sobre a tabula
rasa, segundo a qual “não há nada no nosso intelecto que não tenha entrado lá
através dos nossos sentidos”, diz Popper (1991): “Essa ideia não é simplesmente errada, mas grosseiramente errada...” (p. 160)."
Para o autor, essa pedagogia legitimada pela epistemologia empirista, configura o quadro da reprodução da ideologia; reprodução do autoritarismo,
da coação, da heteronomia, da subserviência, do silêncio, da morte da crítica, da
criatividade, da curiosidade, da inventividade – de tudo aquilo que configura a
atividade reflexiva, filosófica ou científica; morte, inclusive, da pergunta (Schuck
Medeiros, 2005). Porém atualmente está impossível trabalhar esta prática, porque os alunos estão um tanto mais curiosos e não aceitam em totalidade o velho método, onde o professor fala e ele escuta, o Professor dita e o aluno copia, o Professor decide o que fazer e o aluno executa, o professor ensina e o aluno aprende.
A regra é simples, e para firmar esta questão segundo, o próprio autor ao trazer a resposta de um professor universitário entrevistado com a seguinte pergunta: Qual o papel do professor e qual o do aluno na sala
de aula?: “O professor ensina e o aluno aprende; qual é a sua dúvida?” (Becker,
2011). Porém pra hoje, o aluno está com mais ousadia para perguntas e questionamentos.
O segundo modelo, é fundamentado na epistemologia apriorista, algo presente nas concepções pedagógicas, psicológicas e epistemológicas do que nas práticas da sala de aula. Com esta prática o professor se ausenta na sala de aula, seria apenas um facilitador e que auxiliaria o aluno, uma maneira de apenas organizar o saber do aluno, deixar fazer para que o aluno por si mesmo encontre o caminho,e o professor intervir o menos possível. Como diz um professor (Becker, 2011): “Ninguém pode transmitir. É o
aluno que aprende. O processo é mais centrado no aluno”.
Segundo o texto, da mesma maneira que o modelo diretivo predomina na escola pública, o não diretivo predomina nas escolas da rede privada. Assim da pra ver que uma pedagogia desse tipo não é gratuita.
O terceiro modelo é fundamentado na epistemologia crítica ou construtivismo, e Psicologia Genética de Piaget, é onde o professor e os alunos trabalham juntos, e o professor acredita no potencial dos alunos para desenvolverem atividades e demonstrarem seus conhecimentos através de suas próprias ações. Aqui o professor não acredita na tese de que a mente do aluno é tabula rasa.
Nesta relação, professor e alunos avançam juntos no tempo. As relações de sala de aula passam de cristalizadas com dose de monotonia e tédio para fluidas . O professor ao exercer a docência no dia a dia passa a aprender sempre um pouco mais e os alunos no exercício de discentes passam no dia a dia a ensinarem um pouco mais tanto aos colegas quanto ao professor. É tratar de recriar o mundo que se quer, e não apenas de reproduzir ou repetir o mundo que foi construído pelos antepassados.
É para que não se ande a reboque da história, mas para fazer história, segundo o autor ao encerrar o texto:" para então fazer-se sujeito, para ser sujeito."
quinta-feira, 7 de março de 2019
07/03/2019 - Word Cloud
O conhecimento sempre se deu de várias formas, mas a aprendizagem do ensino na escola , só pode ser adquirido através do professor com habilitação em docência e apto para atuar na sala de aula.
E o aluno é o agente de interesse que marca este acontecimento e perpassa para fora deste ambiente alargando para o mundo.
terça-feira, 5 de março de 2019
01/03/2019_Yearners e Schoolers
* Referência (s):
PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Edição revisada. Porto Alegre: Artmed, 2008.
* Considerações:
PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Edição revisada. Porto Alegre: Artmed, 2008.
* Considerações:
O texto lido traz a consideração do autor quanto a possibilidade do uso da máquina do conhecimento, que podemos considerar hoje sendo a internet. Essa máquina é uma ferramenta que possibilita infinitas possibilidades de estudo e pesquisa, tem capacidade para sanar as mais diversas dúvidas do ser humano. Pode ser acessada desde o mais modesto computador até os Smartfones usado no conforto lo lar, nas viagens, na sala de aula, no passeio no parque e outros.
Hoje em dia a facilidade para estudar um curso total ou parcial a distância se dá através desta máquina do conhecimento, coisa que num passado não tão distante era um tanto mais complicado e não tinha a possibilidade de interação em tempo real, o que atualmente é normal e muito produtivo para o aluno.
Papert talvez não imaginou a máquina do conhecimento de uma grandeza tão poderosa como esta que está em nossas mãos, e que devemos tirar dela todo o proveito para um conhecimento realmente poderoso.
Na Escola de Educação Básica esta máquina do conhecimento ainda é usada com restrições, ou por falta de conhecimento prévio, ou por impedimentos técnicos e econômicos. Outro impedimento que pode ser considerado importante é a responsabilidade de estudantes, que podem ainda não terem a maturidade para pesquisas sérias e responsáveis.
Mas o futuro aposta nesta máquina como ferramenta fundamental para o ser humano e suas atividades.
Disponível em:
<https://demaeparamae.pt/artigos/como-gerir-internet-educacao-filhos>.
Acesso em 05 de Mar 2019.
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
30/08/2018_ Netiqueta, Clareza, Citação Diretrizes para o Feedback
PALLOFF, Rena M.; PRATT, Keith. O aluno virtual: um guia para trabalhar com estudantes on-line. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 189-193.
* Exposição de fatos (o que você sabe?)
É preciso ter educação, e saber se portar numa rede social, com clareza e respeito ao leitor de nossas postagens.
* Exposição de fatos (o que você sabe?)
É preciso ter educação, e saber se portar numa rede social, com clareza e respeito ao leitor de nossas postagens.
É preciso saber que nas redes sociais deve-se manter uma coerência do assunto abordado, mantendo o equilíbrio das palavras bem colocadas e a ideia que se deseja passar.
Nas redes sociais é permitido falar tudo que pensa?
A Internet possibilita livre arbítrio?
* Ações (o que você precisa fazer?)
Saber escrever com clareza, não se estender muito no assunto, tendo em mente que é difícil a leitura na tela, procurar fazer textos curtos.
Evitar abreviações, e ler as postagens antes de publicar.
* Dúvida(s)/comentário(s)/reflexão(es)/ registros sobre o
conteúdo da aula:
Nunca se estenda muito, planeje previamente o que vai postar.
Certifique-se de que todos entenderão o que você irá publicar.
É essencial saber trabalhar com citações, para evitar o efeito escada e não deixar claro de quem é a ideia principal do texto.
Fazer um texto bonito, com uma boa apresentação e clareza, é passar uma ótima impressão para quem vai ler.
"Você deve ler o que escreveu antes de enviar sua mensagem. Isto não só o ajudará a encontrar erros de ortografia, de construção de frase, de gramática, mas também poderá ajuda-lo a perceber que sua mensagem não soa tão amistosa quanto gostaria.(p. 192).
* SÍNTESE (PARÁGRAFO(S) DA SUA AUTORIA):
Fica claro o quanto se deve ser responsável nas redes, pensar e planejar o que se quer postar, fazer a leitura antes para se certificar de que o texto ficou coerente e de fácil entendimento,
Não se estender demasiadamente no mesmo assunto e evitar excesso de citação.
Tornar uma leitura prazerosa para o receptor da mensagem.

Disponível em: <https://image.slidesharecdn.com/netiquetajoanakamilamarcelapetripatriciaequezia-150616114125-lva1-app6891/95/fotonovela-netiqueta-2-638.jpg?cb=1434454951>. Acesso em 30 de Ago.2018.
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
23/08/2018 e 30/08/2018_EAD: Novos papeis para o aluno
> TITULO
23/08/2018 e 30/08/2018_ EAD: Novos papéis para o aluno
> REFERÊNCIA
MAIA, Carmem; MATTAR, João. Novos papéis para o aluno, o professor e a instituição. In: ____. ABC da EaD : a educação à distância hoje. São Paulo: Pearson, 2007. cap. 5, p. 83-89.
> EXPOSIÇÃO DE FATOS(O QUE VOCÊ SABE)
- A Educação à Distância é tão válida quanto a Presencial.
Ambas requerem do aluno o máximo de dedicação.
- O mundo virtual requer evolução de conhecimentos.
Educação à Distância é o presente da evolução tecnológica.
- A EaD proporciona aos alunos estudarem quando e onde quiserem.
Educação à Distância é suficiente para a formação?
- Sim, desde que o aluno seja responsável e determinado a buscar o entendimento e interaja nas propostas com os grupos da turma, nos meios disponibilizados pelo professor.
> QUESTÕES (O QUE VOCÊ PRECISA SABER)
- O que o aluno espera da EaD?
- Quando vamos aceitar a habilidade/competência da EaD?
- Porque tanta crítica quanto a EaD na era da tecnologia e mundo virtual?
> AÇÕES ( O QUE VOCÊ PRECISA FAZER)
Ler e interpretar o texto de referência, para fazer as reflexões sugeridas quanto a posição do aluno na EaD, e seu comportamento como aluno virtual.
> DUVIDAS/COMENTÁRIOS/REFLEXÕES/REGISTROS SOBRE CONTEÚDO DA AULA
A EaD traz novas possibilidades ao aluno de poder, estudar dentro do tempo e do espaço que ele determinar.
Possibilita esta reflexibilidade proporcionando uma liberdade, e por outro lado cobrando uma grande responsabilidade para o desempenho da aprendizagem.
O conceito muito difundido na EaD quanto aluno é a heutagogia, aprendizagem auto-direcionada
"No novo ambiente podemos falar de aprendizagem auto-responsável, auto planejada, auto-organizada,independente e auto-regulada, além de não-linear e não sequencial, em que os aprendizes trilham seus próprios caminhos e alcançam seus próprios objetivos."
> SÍNTESE
Desde o começo da história da EaD, que se evidencia este comprometimento da parte do aluno.
Ele se torna nesta modalidade de ensino, o protagonista de sua própria história de aprendizado, é um dever deste sujeito se comprometer com tempo e espaço para desenvolver suas atividades, e corresponder as suas expectativas de ser um aluno que, supera as dificuldades e aprende a aprender todo o tempo com o novo. Sabendo que por toda a vida é possível adquirir novos conhecimentos.
Disponivel em: <https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjMruR_dk4Q4nkFw38oHidxqifvz97h9cZPEMLQsV2b25SOTnXmr5PEajqre7AOoqYKAc8lSam9-LGThOHto06mx3TzrLByl1gYMPvxyjxmPIAIY6sYOK-vSx7iNTRMQ7RZF5Qwfio4AzSr/s1600/ead-ensino-a-distancia.jpg> Acesso em 27 de Agos.2018.
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